sábado, novembro 26, 2005


Células-mães de grãos de pólen de flor de aloé em meiose.

sábado, novembro 19, 2005


Imagem colhida durante a palestra proferida pelo professor Jorge Paiva.


Apresentação do professor Jorge Paiva no início da palestra.


Aspecto da assistência à palestra do Professor Jorge Paiva (as imagens "fantasmagóricas" devem-se às deficientes condições de luz).


Cartaz


Cartaz

sexta-feira, novembro 18, 2005

Plantas - constituição e reprodução (texto de Cláudia Caldeira)

Nas aulas desta semana, foi feita a entrega dos testes e sua correcção e, uma actividade laboratorial que consistia na observação (à lupa) dos constituintes de plantas.
Em relação aos testes, segundo uma análise do professor, as notas foram bastante boas tendo sido a média da turma superior a 15 valores.
Quanto à actividade laboratorial, na minha opinião, foi bastante educativa, pois todos os alunos observaram com clareza os constituinte das plantas, ficando desta forma, com uma ideia mais nítida de como estas se reproduzem.

sábado, novembro 12, 2005


Antera observada com o auxílio de uma lupa binocular.


Antera observada com o auxílio de uma lupa binocular.


Antera observada com o auxílio de uma lupa binocular.


Grão de pólen observado ao microscópio óptico.


Grãos de pólen observados ao microscópio óptico. É visível nesta fotografia o desenho em rendilhado existente na superfície destes grãos.


Grãos de pólen observados ao microscópio óptico.


Interior de um ovário de uma das flores observadas. Repare-se nas sequências de óvulos.


Pormenor de uma das flores observadas na aula.


Material utilizado na aula prática.


Uma das flores observadas durante a aula prática. São visíveis os estames e os estigmas.


Peças reprodutoras da flor observadas com o auxílio de uma lupa binocular.

quinta-feira, novembro 10, 2005

Não matamos nós seres vivos todos os dias e em grande escala??? (texto de Cláudia Costa)

Analise e comentário das aulas 33 e 34, 35 e 36 e 37 e 38, de dia 2, 3 e 4 de Novembro do presente ano, respectivamente.

Dia 2 de Novembro foi o dia marcado para a realização do teste sumativo, como tal foi o que fizemos. O teste não tinha um grau de dificuldade muito elevado, o que se verifico depois aquando a entrega do teste.
No dia 3 de Novembro vimos um documentário sobre clonagem, da “National Geographyc”. Nesse documentário eram apresentadas opiniões antagónicas baseadas em problemas de possíveis deformações, da possível criação de uma “master race”, do facto de o clone não ter a mesma “alma” que o doador de ADN. Visionámos a clonagem da salamandra, o primeiro réptil a ser clonado, de sapos, da ovelha Dolly e podemos ter uma ideia do que acontece quando se mistura clonagem com família. Conhecemos uma “família” estranha, onde o Pai se clonou, a Mãe se clonou e depois, para além de clonarem um Benthoven que não tinha jeito para o piano, clonaram o cão varias vezes, alterando-lhes os genes para todos terem cores diferentes. Ao longo do documentário foram colocadas questões como: “até que ponto é importante a clonagem terapêutica?”, “a clonagem terapêutica utiliza aglomerados de células, mas não serão já, esses aglomerados, um ser humano?”.
O excerto que mais me agradou foi: “…cada célula do nosso corpo tem a capacidade de se tornar num ser vivo. Significará isso que quando lavamos as mãos estamos a matar seres vivos?”. Penso que é desta forma que este assunto se deve encarar. É necessário ter em conta que, por vezes, a utilização de uma célula ou um aglomerado delas, pode fazer a diferença entre a vida e a morte de um ser vivo que já nasceu, que já “viveu”, que se morrer vai deixar familiares e amigo com saudade e dor…
No dia 4 de Novembro falamos das estratégias de reprodução sexuada (hermafroditismo completo - ténia, hermafroditismo incompleto - minhoca, fecundação externa - maioria dos animais do meio aquático e fecundação externa - pinguim) e da constituição da flor (preparação para a actividade experimental).

domingo, novembro 06, 2005

QUADRO DE HONRA

Estes foram os alunos que obtiveram as três melhores notas no teste de avaliação escrita realizado no dia 2 de Novembro de 2005:

1º - PEDRO SILVA

2º - RITA MIGUEL

3º - NELSON FERREIRA

O fim do estudo da Meiose (texto de Catarina Firmino)

Nas aulas números 27 e 28 (do dia 26 de Outubro), concluímos o estudo da
meiose, utilizando como objecto de estudo um esquema do manual, enquanto o
professor nos explicava a matéria. Neste estudo percebemos que na meiose
dão-se duas divisões, na divisão I da meiose ocorre:
-Profase I- onde os cromossomas condensam-se e os dois cromossomas de cada
par emparelham-se formando-se bivalentes; ao dar-se este emparelhamento
formam-se pontos de cruzamento entre os dois cromossomas homólogos (os
pontos de quiasma); a partir desses pontos dão-se trocas de informação -
este processo tem o nome de crossing-over.
-Metafase I- nesta fase da divisão I da meiose os centriolos migram para os
pólos, formando os microtubolos do fuso acromático, a que se ligam os
bivalentes; os pontos de quiasma deslocam-se para o plano equatorial do fuso
acromático.
-Anafase I- os cromossomas homólogos de cada bivalente separam-se e cada
cromossoma (constituído por dois cromatideos) migra para um dos pólos da
célula.
-Telofase I- os cromossomas atingem os pólos da célula; o fuso acromático
desaparece e formasse o invólucro nuclear em volta de cada conjunto de
cromossomas (o número de cromossomas foi reduzido para metade do número
inicial).
Na divisão II da meiose ocorre:
-Profase II- onde os cromossomas tornam-se mais grossos e curtos;
organiza-se o fuso acromático e o invólucro nuclear desaparece.
-Metafase II- tal como na Metafase I os centriolos migram para os pólos e,
os cromossomas dispõem-se na zona equatorial do fuso acromático.
-Anafase II- tal como na Anafase I os cromatideos de cada cromossoma
separam-se (formando cada um deles um cromossoma), migrando para os pólos
opostos da célula.
-Telofase II- os cromossomas chegam aos pólos da célula e tornam-se mais
finos e grossos (tal como na Telofase I), organizando-se novamente um
invólucro nuclear em volta de cada conjunto de cromossomas.
Na aula seguinte comparamos a meiose com a mitose (processo anteriormente
dado) e chegamos á conclusão que: o número de núcleos formados e o número de
divisões que ocorrem na meiose é o dobro das que ocorrem na mitose; na
meiose ocorre o emparelhamento e os fenómenos de crossing-over e na mitose
não e, por fim, o numero de cromossomas da célula filha em comparação com o
número de cromossomas da célula inicial é igual na mitose, mas metade na
meiose.
Esta aula foi dada de uma maneira um pouco aborrecida, mas ao mesmo tempo
acho que foi a melhor maneira que tinhamos para a dar, pois assim com o
professor a ajudar-nos a interpretar o esquema, foi muito mais fácil
perceber a matéria dada.
Na aula seguinte observamos um documentário sobre as mutações. Este começa
com a historia de duas gémeas que nasceram com o tronco ligado, estas gémeas
não sobreviveram muito tempo, pois morreram com apenas seis meses, os seus
corpos foram levados para um Museu de Paris, onde um dos corpos foi aberto e
estudado. Depois, deram alguns exemplos de mutuantes nos nossos dias (duas
americanas de 42 anos juntas pela cabeça, que partilham tecido cerebral e
veias sanguíneas e também na América dois homens ligados pelo fígado, entre
outros). Acho que este documentário foi muito útil, pois assim, percebemos
as dificuldades que eles vivem no quotidiano, e que a ciência, não está tão
avançada quanto pensamos, pois ainda á muita coisa por descobrir que irá
ajudar todos os seres do planeta Terra.
As aulas números 31 e 32 foram aulas de preparação para o teste, por isso o
professor reviu toda a matéria que já havia sido dada, e fizemos os
exercícios do manual das páginas 59 à 64.

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